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Com o propósito de acelerar a transição para uma economia circular, as principais cidades europeias assinaram a Declaração Europeia das Cidades Circulares. Desse modo, esses municípios pretendem atuar como embaixadores, defendendo a circularidade. E, como resultado, alcançar eficiência em recursos, com zero emissão de carbono, e desassociar o consumo de recursos ao crescimento econômico.

Cidades como Budapeste, Copenhague, Helsinque, Ljubljana, Oslo, Praga e Tirana participam dessa iniciativa, lançada na 9ª Conferência Europeia sobre Cidades Sustentáveis ​​- Mannheim 2020. O evento ocorreu no final de setembro e início de outubro deste ano.

A Declaração fornece uma visão compartilhada de uma cidade circular, garantido, assim, que as cidades atuem como uma força conjunta no caminho para a circularidade. Um amplo grupo de organizações europeias empenhadas em permitir a transição para uma economia circular a nível local desenvolveu o documento. Entre os participantes estão: Fundação Ellen MacArthur, ICLEI – Governos Locais para a Sustentabilidade e Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

Essa iniciativa tem ligação com os ambiciosos planos da União Europeia de se tornar “o primeiro continente neutro para o clima até 2050”. Com isso, a expectativa é de alcançar uma sociedade próspera e justa, no qual o crescimento econômico não seja associado ao uso de recursos ambientais. Essa transformação é um desafio e, ao mesmo tempo, uma oportunidade para as cidades europeias. Atualmente, as cidades respondem ​​por 75% do consumo de recursos naturais; 50% dos resíduos globais e 60-80% das emissões de gases de efeito estufa.

Oportunidades

A iniciativa oferece vários benefícios para cidades signatárias, que terão oportunidades de colaboração com seus pares. Ademais, serão parte de um poderoso grupo, que ajudará a aumentar a conscientização sobre os benefícios políticos, sociais, ambientais e financeiros de longo prazo da economia circular.

Além disso, a Declaração Europeia das Cidades Circulares tem um “documento de apoio”, que detalha como será a transição da economia circular em nível local e quais alavancas os governos locais podem usar para realizá-la. Ademais, apresenta uma lista de recursos úteis que podem apoiar os governos locais neste processo.

Sem dúvida, as cidades são os berços da transformação socioeconômica, com um enorme potencial para liderar a transição para uma economia circular. Isso porque os governos locais administram setores considerados importantes, como mobilidade e gestão de resíduos. E, são, em última instância, responsáveis ​​pelo controle do uso do solo e do planejamento urbano.