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O desafio estudantil SAE Brasil & Ballard Student H2 Challenge confirma o apoio da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). A iniciativa pioneira tem o objetivo de transferir conhecimento e experiência para as universidades brasileiras. Além disso, pretende conceder uma oportunidade aos grupos estudantis em trabalhar com tecnologia de ponta e com engenheiros experientes da indústria nacional e internacional.

Foram quinze universidades, de norte a sul do país, inscritas no desafio estudantil, que participaram de cursos preparatórios gratuitos, entre os dias 13 e 29 de julho, organizados pelo grupo de Mentoria do Hidrogênio e pelo grupo de Mentoria de Competições Estudantis da SAE Brasil. Assistiram às aulas virtuais 163 estudantes de engenharia na primeira semana, 171 na segunda semana e 170 na terceira semana, a maioria deles da graduação.

Os professores dos cursos sobre os diferentes temas foram Sidney Gonçalves (Veículo Elétricos a Hidrogênio), Gerhard Ett (Tecnologia de célula a combustível), Ênnio Peres da Silva (Fontes de Hidrogênio), Monica Saraiva Panik (Transformação Energética – Hidrogênio), Daniel Lopes (Segurança em Hidrogênio), Silvano Pozzi, Byron Somerville e George Skinner (Stack da Ballard), Edson Escudeiro Basilio (Abastecimento e infraestrutura de hidrogênio), Ronaldo Lopes (Design da Mobilidade),  Ferdinand Panik (The Hydrogen and Fuel Cell Roadmap) e Thomas Guentert (Tendências Internacionais na Mobilidade a Hidrogênio). A SAE Brasil disponibilizará posteriormente esses cursos no Portal SAE Brasil.

Anfavea

Para essa competição pioneira e inovadora no âmbito do desenvolvimento de novos sistemas automotivos, a Ballard Power Systems doou 10 stacks de 2,1 kW refrigerada a ar para o desenvolvimento e a construção dos veículos.

A parceria com a Anfavea viabiliza o programa “Adote uma Universidade”. Ou seja, cada uma das dez universidades finalistas do desafio será adotada por uma montadora, com o objetivo de receber um apoio/cooperação para a construção de veículos na plataforma Baja ou Fórmula SAE, em especial nas áreas de engenharia veicular, como por exemplo, nos sistemas de tração elétrico híbrido, integração dos componentes, controle eletrônico, design, entre outros.

Próximas etapas

Em agosto terão início as etapas digitais classificatórias dentro do seguinte cronograma:

  • 17.08.2020 – 1) Especificações técnicas do veículo proposto.
  • 24.08.2020 – 2) Detalhes do desempenho do powertrain híbrido elétrico com célula à combustível.
  • 31.08.2020 – 3) Projeto do sistema segurança para o hidrogênio no veículo e protocolos de segurança.
  • 31.08.2020 – 4) Entrega de um formulário que visa avaliar a prontidão e a organização da equipe para a participação no desafio, bem como a participação nos treinamentos oferecidos.
  • 31.08.2020 – Entrega do packaging veicular e design visual do veículo.
  • 02 e 03.09.2020 – Apresentação do projeto pelas equipes em salas virtuais individuais.
  • 05.09.2020 – Divulgação das 10 universidades selecionadas, as quais receberão as 10 stacks da Ballard para construção dos veículos e participarão da etapa final na BW Expo Summit Digital 2020.

As dez universidades selecionadas deverão construir os veículos do tipo Baja ou Fórmula SAE movidos a célula a combustível. As etapas finais presenciais acontecerão na BW 2020, considerando o cenário da Covid-19.

De acordo com a curadora do Núcleo Transformação Energética – Hidrogênio, Monica Saraiva Panik, o Student H2 Challenge representa uma iniciativa pioneira, a qual incentivará a cooperação entre universidades e a indústria com mais frequência no Brasil. Além disso, ao envolver os estudantes e professores neste tema, contribuímos para que a tecnologia se perpetue nas novas gerações.

O hidrogênio é reconhecido mundialmente como a solução para a descarbonização da economia mundial.  Ademais, a propulsão veicular a hidrogênio está atingindo um nível de maturidade significativa. Provavelmente, em poucos anos, portanto, o mercado brasileiro demandará profissionais especializados nesse novo tipo de propulsão.

Imagem: Ronaldo Rios Lopes