O impacto ao meio ambiente pode ocorrer de diversas formas e nas mais variadas atividades humanas. Contudo, existem situações críticas que demandam uma rápida resposta para a contenção do problema. Desse modo, faz-se necessária a implementação de medidas para casos de emergências ambientais, a fim de assegurar o controle da dificuldade, mas também para diminuir os riscos às pessoas, ao entorno e à natureza.

Essas ocorrências são geradas por diferentes acontecimentos, com ação direta ou não do homem. Entre os exemplos estão acidentes ou vazamentos em transporte de cargas perigosas, derramamento de óleo por navios ou plataformas de petróleo, rompimento de barragens de rejeitos e incêndios em armazéns de granéis. Por outro lado, em 2011, o desastre nuclear de Fukushima foi provocado por um tsunami, com ondas de mais de dez metros de altura. Esse evento natural ocorreu após um terremoto de grande magnitude. Com isso, várias cidades costeiras da região Nordeste japonesa foram inundadas, incluindo o município em questão.

Nesse sentido, é importante a contratação de empresas de engenharia ambiental, que podem identificar, analisar e dimensionar com precisão a situação emergencial. Para, então, iniciar a implementação de procedimentos e medidas emergenciais adequadas para mitigação de impactos ambientais.

Case

No Porto de Santos, litoral paulista, houve um incêndio, em 2017, que atingiu armazéns de granéis, por conseguinte, afetando seu entorno. Após a ocorrência, a EBP Brasil realizou uma avaliação do acidente, para fornecer a melhor estratégia de atuação. Isso incluiu campanhas de monitoramento de qualidade das águas do estuário, incluindo a biota aquática.

Além disso, o projeto também identificou os seguintes aspectos em solo: as áreas afetadas; as possíveis fontes primárias de contaminação do solo e das águas subterrâneas; os materiais oriundos do acidente e outras potenciais fontes de contaminação.

De posse de todos os resultados, foram definidas medidas emergenciais destinadas a minimizar as consequências dos danos à qualidade das águas estuarinas atingidas pelas águas de combate ao incêndio. Ademais, foi proposto um plano de recuperação ambiental, que considerou todas as medidas emergenciais, de curto e médio prazos.

Esse programa incluía a contenção de fontes ativas de contaminação; o detalhamento da investigação dos impactos ambientais; os levantamentos das plantas subterrâneas; demais estruturas subterrâneas e estudos de monitoramento dos meios físico e biótico no terreno e estuário.

Por fim, também foram sugeridos programas de recuperação da qualidade das águas superficiais. Esse case mostra a importância de adotar medidas adequadas para casos de emergências ambientais

Fonte: EBP Brasil

Foto: ABC / Tepco