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Uma forma bastante comum de buscar a neutralização do carbono é o plantio de árvores. Isso porque, além da facilidade de acesso à compra, traz benefícios também para o solo e a água. Contudo, existem outros métodos, como por exemplo, fertilização oceânica e técnicas de captura e armazenamento de carbono. Nesse sentido, a Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) tornou-se um exemplo mundial, neutralizando suas emissões de gases de efeito estufa em 2019.

A ação inédita, pioneira e inovadora foi possível devido ao novo ativo ambiental do agronegócio brasileiro, os CBios, créditos de descarbonização criados em nossa Política Nacional de Biocombustíveis (Renovabio). Dessa forma, foram comprados e retirados de circulação 55 CBios. É importante lembrar que um CBio equivale a 1 tonelada de carbono de emissão evitada com a substituição de combustíveis fósseis por renováveis. O preço médio ficou em R$ 22.

Como resultado dessa iniciativa, a ABAG tornou-se a primeira associação do agronegócio em nível mundial a neutralizar suas emissões. De acordo com Marcello Brito, presidente do Conselho Diretor da ABAG, este é, sem dúvida, um exemplo de empresas e setores que estão comprometidos com o agronegócio de impacto positivo e contribuindo para a sociedade.

Para a neutralização, a ABAG contou com a Block C, um ecossistema de gestão e rastreabilidade de emissões baseado em tecnologia Blockchain. “Não se trata apenas de fazer o cálculo, auditar as informações, e adquirir os créditos. Nesta empreitada, passamos por todos os atores na cadeia. A SGS na auditoria, a StoneX na estruturação, a B3, nossa parceira nesse congresso, no registro do ativo”, disse Brito.

“Esperamos que essa iniciativa seja um gesto gigante no exemplo e na disseminação de ações mitigadoras das mudanças climáticas e um novo mercado para os CBIOs. Essa ação somente acontece quando se reúne protagonismo, legalidade e ciência”, finalizou Brito.