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Uma pergunta frequente que os especialistas da Acqua Expert precisam responder é sobre qual a parte mais importante de uma Estação de Tratamento de Efluentes.

Eu te digo, sem sombra de dúvidas, que a parte mais importante é o Operador(a).

Sim, isto mesmo. Por mais automatizada que seja a ETE, ainda sim, o operador(a) continua sendo parte fundamental no controle e no sucesso da operação, principalmente quando falamos de ETEs do tipo biológica. Nesse tipo de sistemas, como lodos ativados, o processo não é matemático ou mecânico, não estamos falando de uma máquina, certo?

Em processos de Lodos ativados, assim como em outros sistemas de tratamento biológicos, os microrganismos são os principais responsáveis pela degradação da carga orgânica, fora ainda, os processos químicos e físicos envolvidos no processo geral.

Processos biológicos, são mais complicados, são mais sensíveis, sofrem diferentes influências e seus problemas não são resolvidos como em um equipamento puramente mecânico.

Portanto, o operador(a) deve ter um conhecimento amplo sobre as reações biológicas e químicas desses processos, deve saber diagnosticar e resolver os problemas operacionais de forma rápida, pois uma vez que se perde o biológico, pode se levar muito tempo para recuperá-lo, às vezes, até meses.

Então, não podemos deixar de citar o tamanho da responsabilidade do operador(a), pois a equivocada operação pode trazer sérios prejuízos ao meio ambiente. Um efluente com alta carga orgânica e/ou com alta concentração de nutrientes sendo lançado em um corpo hídrico, pode causar eutrofização e até mesmo a mortandade de peixes.

Por isso, devemos olhar para o operador(a) como a peça principal no tratamento de efluentes. Nesse contexto, os treinamentos são de extrema importância na boa operação das ETEs. Lembre-se que operadores bem instruídos e treinados evitam danos e gastos, pois são capazes de controlar e otimizar o tratamento de maneira efetiva e duradoura.

Logo, não se esqueça nunca que a principal parte da ETE é definitivamente o operador(a).

Por Ana Luiza Fávaro